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Ciclos e SilĂȘncios

O tempo Ă© um cĂ­rculo que sempre retorna, MemĂłrias sĂŁo ecos que a vida adorna. Sorriso e lĂĄgrima, em perfeita harmonia, Ciclos que dançam em nossa melodia. Passo por ruas que jĂĄ caminhei, Revejo sinais que ignorei. O silĂȘncio fala, eu tento escutar, Verdades antigas querendo voltar. Ciclos e silĂȘncios, o que fica e o que vai, Rodas que giram sem nunca ter um fim. Entre o começo e o fim, o que a vida traz, SĂŁo sĂł reflexos do que somos em mim. As estaçÔes mudam, mas deixam sinais, O frio se dissolve, mas volta mais tarde. No calor do momento, me deixo levar, Mas sei que o ciclo vai sempre girar. HĂĄ pausas que pesam, hĂĄ silĂȘncios que curam, HĂĄ dias que passam, hĂĄ noites que duram. O coração Ă© relĂłgio, batendo a marcar, Os ciclos da alma que querem ficar. Ciclos e silĂȘncios, o que fica e o que vai, Rodas que giram sem nunca ter um fim. Entre o começo e o fim, o que a vida traz, SĂŁo sĂł reflexos do que somos em mim. "O ciclo nĂŁo para... e eu aprendo a dançar com ele." (bis) O que o silĂȘncio guarda Ă© o que quero ouvir, Segredos que o tempo nĂŁo pode impedir. O cĂ­rculo gira, a vida segue a fluir, E eu me perco pra poder me encontrar aqui. (bis) Ciclos e silĂȘncios, o que fica e o que vai, Rodas que giram sem nunca ter um fim. Entre o começo e o fim, o que a vida traz, SĂŁo sĂł reflexos do que somos em mim. ( ) "Ciclos... eles sempre voltam."