Entre os ecos do silêncio, ouço uma canção, São vozes de quem vive do outro lado da visão. Palavras não ditas, histórias a contar, No espelho do outro, vejo meu lugar. Empatia é ponte, não é estrada sem fim, O outro é meu reflexo, e eu começo em mim. No sussurro do mundo, ouço um chamado, São ecos distantes, mas nunca calados. Passos na areia, marcas que não são minhas, Mas sinto o peso e o calor que as caminhas. Não preciso concordar, mas posso escutar, Pois na voz do outro, há tanto a revelar. (bis 1) Empatia é ponte, não é estrada sem fim, O outro é meu reflexo, e eu começo em mim. No sussurro do mundo, ouço um chamado, São ecos distantes, mas nunca calados. ( 1 ) Se cada rosto é um mapa, cada olhar, um mar, Há mundos inteiros pra navegar. Cores, memórias, feridas, canções, No peito de todos há revoluções. Empatia é ponte, não é estrada sem fim, O outro é meu reflexo, e eu começo em mim. No sussurro do mundo, ouço um chamado, São ecos distantes, mas nunca calados. (bis 2) O que seria de mim sem o brilho alheio? Entre ecos do outro lado, descubro o meu enredo. ( 2 )


