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INDULGÊNCIAS COMO MEIO DE PERDÃO 1

Estrofe 1 Cristo na cruz foi justiça perfeita, Com sangue e dor, Sua graça é feita. Prometeu ao ladrão, sem condição: “Hoje estarás comigo na redenção.” Estrofe 2 Mas homens tornaram o dom um leilão, Venderam perdão por falsa devoção. Moedas no cofre, e almas iludidas, Pelas indulgências, consciências feridas. Estrofe 3 A teologia, se enraizada na verdade, Não negocia salvação por vaidade. A cruz é ponte, não balcão de feira, O céu não cobra entrada à bandeira. Refrão Não se vende o que foi graça ofertada, Foi Jesus quem pagou com Sua jornada. Perdão não se compra, não se negocia, É dom eterno, é luz que irradia. Estrofe 4 Pregadores da mentira, vós cobrais o que é divino, Desviando corações do santo caminho. Mas quem conhece o Cordeiro fiel Sabe que o perdão não tem anel nem papel. Estrofe 5 A verdade liberta, denuncia o engano, Desfaz o mercado erguido há mil anos. A justiça de Deus não cabe em um preço: Foi paga na cruz, com sangue e apreço. Refrão Não se vende o que foi graça ofertada, Foi Jesus quem pagou com Sua jornada. Perdão não se compra, não se negocia, É dom eterno, é luz que irradia.