
Estrofe 1 Vi no céu outro sinal admirável, Sete anjos com pragas, fim inevitável. Pois nelas se consumava a ira de Deus, E o justo juízo fluía dos céus. Vi como um mar de vidro a brilhar, Misturado ao fogo do santo altar. Sobre ele estavam os que venceram, A besta, sua imagem, e não temeram. Estrofe 2 Tinham harpas nas mãos, dom celeste, Cantavam ao Cordeiro com alma em preste. O cântico de Moisés e do Senhor, Exaltando justiça, grandeza e amor. “Grandes são tuas obras, ó Deus fiel, Justos teus caminhos, ó Rei do céu!” “Quem não te temeria, ó Deus eterno? Tu és santo, teu nome é supremo!” Estrofe 3 Depois disso, abriu-se no céu o templo, Do testemunho do alto exemplo. Saíram os anjos de linho vestido, Com faixas douradas, brilho contido. Um dos quatro seres viventes então, Deu a cada anjo uma taça na mão. E nelas, cheias da ira do Senhor, Estava o fim dos tempos e seu ardor. Refrão Sete anjos, sete taças na mão, Anunciam justiça com precisão. No templo, a glória enche o ar, E ninguém pode nele entrar. Estrofe 4 O templo encheu-se com fumaça divina, Da glória de Deus e sua doutrina. Ninguém podia ali penetrar, Até que os flagelos fossem cessar. Cada passo seguia o plano eterno, Do Deus soberano, puro e terno. As taças serão o fim da demora, Quando a justiça enfim aflora. Estrofe 5 Assim começa a colheita final, Das pragas que cairão sem igual. Quem adorou a besta e seu sinal, Sentirá o peso do juízo total. Mas os que foram fiéis ao Senhor, Receberão coroa e resplendor. O mar de vidro será o seu chão, Cantando louvores na eterna canção. Refrão Sete anjos, sete taças na mão, Anunciam justiça com precisão. No templo, a glória enche o ar, E ninguém pode nele entrar. Refrão Final O Apocalipse que nos judeus, Jesus encontrou Ele usou para ilustrar seu ensino de amor Mas o verdadeiro Apocalipse que Ele mostrou Na sexta de Sua morte, Ele foi pregador “Meu reino não é neste mundo, mas no céu” “Hoje estarás comigo na eterna salvação” os judeus são pecadores e indignos mas são amados como qualquer nação

