[instrumental] [instrumental] [instrumental] a mesma de sempre na sala, O silêncio pesa mais que o ar. Entre papéis, olhares e memórias, É difícil fingir que dá pra ignorar. [pre-chorus] Cicatrizes abertas, um nó na garganta, A dor do passado ainda canta. Mas no fundo do peito, uma voz diz assim: "Será que o perdão pode nascer em mim?" [CHORUS] Eu olho pra você e vejo o espelho, Metade ferida, metade conselho. Conviver é como um campo minado, Onde o amor e o ódio caminham lado a lado. O cotidiano tocam nossas mãos, Mas o coração teima em se fechar. Os erros sussurram no meio da noite, E o tempo insiste em não apagar. [pre-chorus] Eu tento calar o grito interno, Mas a realidade me escapa. Será que perdoar é esquecer? Ou é aceitar que sempre vai doer? [CHORUS] Eu olho pra você e vejo o espelho, Metade ferida, metade conselho. Conviver é como um campo minado, Onde o amor e o ódio caminham lado a lado. [BRIDGE] O perdão é um peso que vira asas, Mas carregá-lo é um ato de fé. Como amar o que partiu em pedaços, E ainda achar força pra recomeçar de pé? [INSTRUMENTAL INTERLUDE] Eu olho pra você e vejo o espelho, Metade ferida, metade conselho. Conviver é como um campo minado, Mas talvez o perdão seja o caminho sagrado. [END] [instrumental] [instrumental] Eu olho pra você e vejo o espelho, Metade ferida, metade conselho. Conviver é como um campo minado, Mas talvez o perdão seja o caminho sagrado. [END]