
[Verso 1] Jogos da Colheita, a elite a rir Artrina no centro, o fim por vir As feras avançam, a carne a rasgar Mas meus olhos só viam um único lugar O portão de ferro, a chave da prisão Zurak sussurra: "Mostre a eles a ascensão!" [Pré-Refrão] O Urso-Javali, fúria e poder Usei sua raiva pra lhes devolver O gosto do medo, o som do metal Tornando a arena em seu próprio funeral! [Refrão 1] AGORA! O aríete vivo atacou! AGORA! A muralha de Kronos rachou! O sangue dos guardas no pó vai secar Não há mais jaula pra me segurar! O caminho se abre no caos e na dor Nasce a lenda! Morre o temor! [Verso 2] Na poeira vermelha, a caça chegou Varokh de Ferro, a sombra que restou Sua legião marcha, disciplina de aço Mas a pedra da tribo moldou cada passo "Sua coleira te espera", o carrasco gritou Mas o caçador na ravina virou. [Pré-Refrão] O chicote me prende, o elo final Ele sorri, crê na vitória total Mas a força da corrente que ele usou pra prender É a mesma que o força a vir até mim pra morrer! [Refrão 2] PUXEI! A corrente que prende é a que te arrastou! MORRA! O aço em seu crânio a dívida pagou! O Senhor das Correntes na cinza tombou O eco do meu grito a história marcou! O caminho se encerra em fúria e rancor Eu não sou seu escravo! EU SOU O ROMPEDOR! [Solo] [Refrão Final - Estendido] PUXEI! A corrente que prende é a que te arrastou! MORRA! O aço em seu crânio a dívida pagou! O Senhor das Correntes na cinza tombou O eco do meu grito a história marcou! O caminho se encerra em fúria e rancor Eu não sou seu escravo! EU SOU O ROMPEDOR! "EU SOU O ROMPEDOR!" [Breakdown] "EU SOU O ROMPEDOR!" [Outro] A coleira... se foi.

