[Live Introduction] [Soft audience chatter and clinking glasses, distant applause] [Solo acoustic guitar warms up with a few jazz chords, counting in: "Um, dois, três..."] [Verse 1] Como lanternas que o rio leva embora, Vou perguntando se o teu rumo se perdeu. Será que a tua imagem se desfaz agora, Ou mora sempre neste peito que é meu? [Verse 2] [Bass and brushed snare enter] Mordo a tua sombra num desejo mudo, Gosto tão doce que a minha boca consome. Gomos de limão e amoras, são tudo, O que me resta quando chamo pelo teu nome. [Chorus] [Band backing vocals harmony] O teu perfume ainda flutua no ar, Num eco antigo que o tempo não desfaz. [Female Solo, intimate] Talvez uma borboleta o venha roubar, Ao cair da noite, levando a minha paz... [Live Instrumental Solo] [Singer introduces the musician: "No piano..."] [Elegant, improvised live jazz piano solo, acoustic band grooving together] [Verse 3] O dia cansa na margem do rio, A brisa chora o que o peito não diz. Neste silêncio que se faz tão frio, Quem me dera esquecer o que me fez feliz... [Chorus] [Band backing vocals harmony] O teu perfume ainda flutua no ar, Num eco antigo que o tempo não desfaz. [Female Solo] Talvez uma borboleta o venha roubar, Ao cair da noite, levando a minha paz... [Live Outro] [Rhythm section slows down dramatically, following the singer] O rio corre, a luz sumiu... A noite é escura e o vento soprou. Do teu perfume que a brisa levou... [Spoken/Whispered to the audience] Resta a borboleta... Resta o silêncio do amor que ficou. [Vocal Improv / Band Cues] [Singer scatting softly: "Hmm-mm, da-da... obrigado..."] [Final guitar chord ring out, sustained bass note] [Song ends, immediate enthusiastic live audience applause and cheers] [Fade out]