
descobri, na ciência das palavras segredos ocultos, conceitos puros, duros como só a verdade consegue ser doce, amarga, rasga e cura encontrei o mapa, perdido, no bolso mas que distraido... ja nasci assim, esquecido ainda assim, julgava pelo peso dos livros que carregava desde pequenino, o pepino, ao dorso que conseguia que aprendia a ridicula arte sobrevivida de no ridículo saber viver mas, o inevitável tem tem muita mais força, sim muita mais do que o ridículo tem que ser o tem que ser é a maior farsa o que tem mesmo que ser é ser-se o ser que se nasceu para ser, er eeeeeer o futuro é passado no presente o tempo só se mede, mudando todos e tudo em todo o lado consciência imortal que muda de estado repetiriva lenga lenga repetida observado que se percebeu, obsevador criação que se reconheu, criador ok ok, sou deus, e daí? se contínuo a querer sair daqu? sem sequer saber se existe um ali sem saber como sair de um lugar de estranho existir abençoado medo do conhecido, grande amigo capaz de nos entregar à origem, ao destino mas que ideia macabra, imaginai deuses a pinar com animais e sermos resultado das tais sagradas, psicóticas, reais divindade taradas sexuais animais de necessidades socias, cheios de biologia, sentimentos fome de alimentos instintos maternais paternos ditatoriais aqueles, pucos, que sabieis da magia da magia, pouco sabiam sobre o que se sentia tão intensas necessidades, reais mesmo as criadas e vendidas sentidas como tais visões turvas mentes curvas, curvadas pelos véus do esquecido que se esqueceu de se lembrar o futuro é passado no presente o tempo só se mede, mudando todos e tudo em todo o lado consciência imortal que muda de estado

