(estrofe 1) No ano dezessete de Peca, Acaz subiu ao trono real, Com vinte anos governava, mas seu caminho foi fatal. Não andou como Davi, que buscou a luz do Senhor, Seguiu reis de Israel, sem reverência e sem amor. Fez seu filho passar no fogo, em terrível devoção, Imitando as nações antigas em sua superstição. Nos altos e nos montes verdes queimava oferta e incenso, E o templo se entristecia sob tão sombrio consenso. (estrofe 2) Rezim da Síria e Peca vieram Jerusalém cercar, Mas não puderam na cidade o seu domínio firmar. Edom retomou Elate, fazendo Judá perder, E Acaz, em sua angústia, buscou outro poder. Mandou prata e ouro ao rei da Assíria, em submissão, “Sou teu servo e teu filho”, dizia em humilhação. Tiglate-Pileser subiu e a Damasco destruiu, Matou Rezim, e a cidade ao império submeteu. (estrofe 3) Então Acaz foi a Damasco para o aliado encontrar, E viu um altar imenso que desejou imitar. Mandou a Urias o modelo com perfeita dimensão, E o sacerdote o construiu conforme a descrição. Ao voltar, o rei se aproximou e sobre ele ofertou, Holocaustos e libações diante do povo apresentou. O altar de bronze do templo foi para o lado levado, E o novo altar estrangeiro no centro foi colocado. (refrão) Quando o poder nos seduz, trocamos Deus por proteção, E a fé vira arquitetura moldada pela ambição. Jesus jamais trocaria o amor por ostentação, Nem venderia a verdade por medo ou convenção. O templo é o coração, não pedra de exibição, Nem altar copiado para agradar outra nação. Só permanece de Deus o que produz compaixão, E o resto é voz humana vestida de religião. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus, Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz. Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém, Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também. Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu, Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu. (estrofe 4) Urias fez exatamente tudo como o rei ordenou, E o culto foi adaptado ao que Acaz determinou. Separou as bases de bronze e o mar do lugar tirou, Sobre pedras o colocou e a estrutura alterou. Mudou o caminho coberto por respeito ao rei da Assíria, Curvando a casa santa à política da Síria. O templo foi remodelado conforme a conveniência, E a fé perdeu silêncio, pureza e reverência. (estrofe 5) Os demais atos de Acaz nos livros ficaram escritos, Com seus acordos e escolhas e seus caminhos aflitos. Dormiu com seus pais em Davi, na cidade sepultado, Ezequias, seu filho, foi em seu lugar colocado. Passou o rei, ficou a história de altares e submissão, De um coração dividido entre Deus e outra nação. O ouro pode comprar exércitos, mas não paz interior, Só a fidelidade sincera conduz ao verdadeiro amor. (refrão) Quando o poder nos seduz, trocamos Deus por proteção, E a fé vira arquitetura moldada pela ambição. Jesus jamais trocaria o amor por ostentação, Nem venderia a verdade por medo ou convenção. O templo é o coração, não pedra de exibição, Nem altar copiado para agradar outra nação. Só permanece de Deus o que produz compaixão, E o resto é voz humana vestida de religião. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus, Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz. Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém, Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também. Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu, Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.