
Estrofe 1 No silêncio de um mundo que grita dor, Tua palavra é calmaria e flor. Remédio de afeto, bálsamo e luz, Que o caos amansa e à paz conduz. Estrofe 2 Em maio, o perfume da tua voz acende Os campos e corações que ela entende. De menina a anciã, tua fala consola, É mãe do verbo que o bem desenrola. Estrofe 3 Tua ternura é poder que repara, É vinho de amor que nunca se separa. Cada sílaba é sopro de abrigo, É alívio doce, é cura, é abrigo. Refrão Louvado seja Deus por tua essência, Mulher, nascente de amor e paciência. Tu és o cântico da criação inteira, Sabedoria viva, beleza verdadeira. Estrofe 4 Tua fala é colo no tom exato, Mesmo quando o mundo soa ingrato. No fio das palavras que proferes, Brotam esperanças, crescem primaveras. Estrofe 5 És jardim que fala com voz de aurora, Com doçura que sara e revigora. Tua palavra toca sem julgar, E ensina ao mundo a recomeçar. Estrofe 6 Teu jeito de amar sem exigir troféu É o que nos liga ao Céu com anel. És profecia de amor encarnada, Doçura santa, estrela revelada. Refrão Louvado seja Deus por tua essência, Mulher, nascente de amor e paciência. Tu és o cântico da criação inteira, Sabedoria viva, beleza verdadeira. Estrofe 7 Toda a criação em ti se reconhece, Em tua palavra, o mundo agradece. És orvalho em terra ressequida, Fonte de vida bem repartida. Estrofe 8 És cantiga que embala e eleva, No verbo terno que nunca envenena. Em ti, a humanidade se entende, Na tua fala, o céu nos surpreende. Ponte Gratidão às mulheres da minha jornada, Cada uma é flor que ficou plantada. Vossa ternura me fez crescer, E em vossos ecos, sigo a renascer. Refrão Louvado seja Deus por tua essência, Mulher, nascente de amor e paciência. Tu és o cântico da criação inteira, Sabedoria viva, beleza verdadeira. Refrão Final Obrigado, mulher, por ser canal divino, Por ser farol em cada destino. Mesmo no mundo que tanto te fere, És luz de Deus que nunca perece.

