
Verso 1 Quase meia-noite, luz âmbar a brilhar Diante da tela, começo a lembrar Pensamentos vagos, tempos passados Como um filme antigo, capítulos velados Lembro de momentos bons e ruins De escolhas sem rumo, caminhos sem fim Como em um jogo, sem controle algum Escolhas que fiz, escolhas em vão Refrão E a mente me engana, me faz acreditar Em lembranças que nunca puderam chegar Histórias que invento, ilusões de um só Na madrugada, perdido, só eu e o pó Verso 2 E a noite avança, três da manhã Pensamentos vazios, sombras que vêm Relembro o que fiz, o que deixei pra trás Cenas que marcam, um eco que jaz Aqueles momentos que eu nunca vivi Memórias inventadas que agora perdi Será que o que lembro é só uma visão Ou parte de mim, em outra dimensão? Refrão E a mente me engana, me faz acreditar Em lembranças que nunca puderam chegar Histórias que invento, ilusões de um só Na madrugada, perdido, só eu e o pó Ponte Horas passam, e a cabeça me trai Criando memórias que nunca se vai Entre o real e o sonho, perdido, então Espero o sono, sem direção Refrão Final E a mente me engana, me faz acreditar Em lembranças que nunca puderam chegar Histórias que invento, ilusões de um só Na madrugada, perdido, só eu e o pó Final Já são três da manhã, hora de dormir O presente me chama, é hora de partir Mas as memórias, falsas ou reais Seguem comigo, em meus sonhos banais

