
Verso 1 Errar é humano, errar é humano Entre palavras quebradas, eu sigo o engano Erro na fala, erro na escrita Mas insisto de novo, erro na batida Errar é umano, errar é humano Eu tropeço e sigo, no mesmo plano Entre linhas tortas, busco sentido Mas cada tentativa me deixa perdido Refrão Errar é humano, erro sem fim Eu tento acertar, mas erro em mim Não é desculpa, não é lição Máquinas erram, como erram então? Verso 2 Errar é humano, mas é só o começo Cada erro é um passo nesse tropeço Aperto os botões, mas nada responde Se máquinas erram, quem me esconde? Erros se acumulam, viram muralha Tentativas falhas, não há medalha Errar é humano, insisto em saber Se errar é viver, então eu quero entender Refrão Errar é humano, erro sem fim Eu tento acertar, mas erro em mim Não é desculpa, não é lição Máquinas erram, como erram então? Ponte Cada erro é um eco, cada erro é igual A falha que marca o meu próprio sinal Eu construo caminhos, vejo onde caí E cada erro revela o que está em mim Refrão Final Errar é humano, erro sem fim Eu tento acertar, mas erro em mim Não é desculpa, não é lição Máquinas erram, como erram então? Final No fim de tudo, vejo o absurdo Meu maior erro foi criar um mundo Uma comunidade que já nasce perdida Erros conectados, na mesma ferida

