
A Espada das Virtudes Esquecidas
/****************/ /* SOBRE: Guiado pelo espírito de Ragnar, Goldak encontra a espada sagrada Vindicta Veritatis na Ilha das Virtudes Esquecidas e a empunha para destruir o rei vampiro e seu exército de mortos-vivos. */ /***************/ [INSTRUMENTAL INTRO] [Verso I] Por mares da memória o vento urrar, O Cão Negro volta a cavalgar, No mar gelado dos pecados vãos, Onde a coragem some entre as mãos. Do raio surge a voz que o chama, O espéctro de Ragnar, preso em chama— “Busca a ilha onde a fé repousou, E a luz que a sombra sepultou.” [Pré-Refrão] Sete estrelas sobre o mar, Mostram onde os caídos estão a vagar, Seu coração, forja de tristeza e ardor, Forjado em ódio, acorrentado ao terror. [Refrão] Vindicta Veritatis! Espada da verdade, ergue o fogo! Das cinzas de santos e mártires, Corta as mentiras que te afrontam em coro! Vindicta Veritatis! Que as sombras fiquem para trás! No coração da fúria de Goldak, Queima o falso e traga a paz! [Verso II] O templo dorme nas ruínas da aurora, Anjos de mármore choram lá fora, Goldak contempla a besta cortada, e a Relíquia nascida da justiça rezada. As runas brilham — sua alma ascende, O peso dos deuses em mãos que ardem, Ele jura ante o fantasma fiel, Limpar o norte, purgar o cruel. [Pré-Refrão] Entre a tormenta e o frio cortante, Pelo sopro de Odin, cura-se o errante, Os lobos da vingança uivam sem fim, Ecoando forte até o jardim. [Refrão] Vindicta Veritatis! Espada da verdade, ergue o fogo! Das cinzas de santos e mártires, Corta as mentiras que te afrontam em coro! Vindicta Veritatis! Que as sombras fiquem para trás! No coração da fúria de Goldak, Queima o falso e traga a paz! [INTERLÚDIO INSTRUMENTAL] [Ponte I – A Batalha do Norte Sombrio] Aço e pranto, neve e dor, As bandeiras negras do terror, Sobem como espectros sem piedade, Legiões malditas da eternidade. Goldak ergue o olhar ardente, O trovão ruge, corvos à frente, A coroa do traidor vai se quebrar, Quando a verdade enfim golpear! [Ponte II – O Lamento do Rei Vampiro] “Piedade, cavaleiro! O sol virá!” Clama o monstro na sua aflição, Mas Goldak vê, no seu olhar, A última freira de Vendéa em oração. Sua voz — uma chama, sua morte — um canto: “A justiça espera… mas não por tanto.” E o paladino ergue a lâmina, então, Por ódio e fé, renova o juramento em sua mão. [Refrão Final] Vindicta Veritatis! Espada dos deuses, tudo terminou! Que as mentiras queimem em cinzas, E a verdade erga o seu louvor! Vindicta Veritatis! Brasa eterna, luz sem fim! Do Norte aos salões da glória, Que os fiéis lutem assim! [Outro – A Última Prece do Cão] Agora o silêncio cobre o lugar, A lua sangra ouro no alto do ar, E Goldak ajoelha onde a vingança caiu— Um cão da verdade que nunca fugiu. “A vontade de Odin minha alma conduz, Mas a misericórdia dorme sem luz.” E o vento sussurra o seu nome além— Vindicta Veritatis — chama que vem. [INSTRUMENTAL] [FIM]

