No crepúsculo do dia, o vento murmura, Segredos antigos, promessas que perduram, Cada sopro é um adeus, um novo despertar, No ciclo eterno, a vida a pulsar. E quando o último suspiro anunciar o fim, Haverá um novo começo, renascendo em mim, O vento, eterno trovador, a nos guiar – Na dança das eras, sempre a inspirar. Sopras memórias nas folhas caídas, Levando consigo histórias vividas, Em cada rajada, um conto a se revelar, Tecendo destinos, a nos entrelaçar. E quando o último suspiro anunciar o fim, Haverá um novo começo, renascendo em mim, O vento, eterno trovador, a nos guiar – Na dança das eras, sempre a inspirar. Assim, cada rima, cada nota a vibrar, Conta a história do vento, do querer de amar, Transformando o silêncio num hino a ecoar, E na melodia do tempo, nos convida a sonhar. E quando o último suspiro anunciar o fim, Haverá um novo começo, renascendo em mim, O vento, eterno trovador, a nos guiar – Na dança das eras, sempre a inspirar. (bis narrativa) No sopro final, uma promessa a se formar, Que em cada fim, há um recomeçar, O vento sussurra, e ao ouvido vem falar: "Na eternidade dos ciclos, sempre há lugar para amar." ( )