
[Intro] [vocalista ao micro Sorriso aberto] Lisboa Estão vivos ou quê? (hey!) Bora cantar isto juntos [Verse 1] Trago frases no bolso Amassadas como bilhetes de metro Uma rima na língua E o teu nome escrito por dentro Entre o fado e a gíria Eu tropeço mas chego mais perto Porque o truque da vida É falhar a direito [Chorus] Grita comigo Se também tens medo de não saber Levanta a mão Quem já se perdeu p’ra se encontrar a valer Somos tese Poema Refrão Grafitado no chão que ninguém leu Entre a pressa e o coração Faz-se a ponte da cidade até ao céu [Verse 2] Tu aí nas bancadas Com o telemóvel a fazer maré Se desligasses o ecrã O que é que vias de pé? Talvez versos no rosto Que o espelho nunca escreveu E a coragem discreta De quem diz “eu sou eu” [Chorus] Grita comigo Se também tens medo de não saber Levanta a mão Quem já se perdeu p’ra se encontrar a valer Somos tese Poema Refrão Grafitado no chão que ninguém leu Entre a pressa e o coração Faz-se a ponte da cidade até ao céu [Bridge] [coro da multidão a cappella] Oh-oh Quem sente Sente (hey!) Oh-oh Que o tempo mente [vocalista raspa a voz por cima] Se a dúvida aperta É sinal que estás a pensar Que a pergunta mais certa É a que te faz levantar [Chorus] Grita comigo Se também tens medo de não saber Levanta a mão Quem já se perdeu p’ra se encontrar a valer Somos tese Poema Refrão Grafitado no chão que ninguém leu Entre a pressa e o coração Faz-se a ponte da cidade até ao céu [Outro] [só guitarra e palmas do público] Entre a cidade e o céu Ficamos nós (e a tua voz, e a tua voz)

