(estrofe 1) “Não tem o homem uma luta sobre a terra, Como o trabalhador que seu salário espera? Como o escravo suspira pela sombra ao terminar, E como o jornaleiro aguarda seu pagamento chegar? Assim recebi meses de vazio e noites de aflição, E noites dolorosas me foram dadas por porção; Quando me deito, pergunto: ‘Quando me levantarei?’ E a noite se alonga enquanto eu me reviro e cansarei.” (estrofe 2) “Meu corpo se cobre de vermes e crostas sem cessar, Minha pele se rompe e volta a se fechar; Meus dias passam mais velozes que a lançadeira do tecelão, E chegam ao fim sem esperança de consolação. Lembra-te de que minha vida é apenas um sopro, E meus olhos não verão novamente o bem em meu corpo; Os olhos de quem agora me vê não me verão mais, E quando me procurarem, já não estarei nos seus sinais.” (estrofe 3) “Assim como a nuvem desaparece e se desfaz, Quem desce à sepultura não retorna jamais; Não voltará à sua casa, nem seu lugar o reconhecerá, E sua morada antiga dele não mais se lembrará. Por isso não conterei minha boca nesta aflição, Falarei na angústia, exprimirei minha reclamação; Minha alma escolheria antes sufocar e morrer, Pois minha vida se tornou um peso difícil de viver.” (refrão) Jó contempla a brevidade de uma vida ferida pela dor, E pergunta ao silêncio por que sofre sem entender seu Senhor; Jesus também chorou diante da morte e da aflição, E acolheu quem carregava tristeza dentro do coração. A dor não precisa esconder-se para a fé permanecer, Nem todo sofrimento precisa de culpa para se explicar e entender; Quem sofre pode clamar, perguntar e até lamentar, Pois Deus não deixa de ouvir quem decide se expressar. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu. (estrofe 4) “Que é o homem para que tanto o engrandeças, E que é ele para que tanto o conheças? Por que o visitas cada manhã sem descansar, E a cada instante o provas sem o deixar escapar? Até quando não tirarás de mim os olhos, afinal, Nem me deixarás sozinho por um momento sequer no mal? Se pequei, que posso fazer contra Ti, ó Guardião? Por que me tornei um alvo para tua observação?” (estrofe 5) “Se pequei, o que te fiz, ó Observador dos homens? Por que me tornaste pesado aos meus próprios nomes? Por que não perdoas logo minha transgressão, E não removes de mim a minha iniquidade e aflição? Agora dormirei no pó, e quando me procurares, Não estarei mais aqui, por mais que me chamares; Minha vida se vai como uma nuvem que se desfaz, E quem desce à sepultura não retorna jamais.” (refrão) Jó pergunta por que Deus parece tão perto e tão severo, Enquanto sua existência se desfaz num caminho austero; Jesus revelou um Deus que conhece a fragilidade humana, Que acolhe o quebrantado e a ninguém abandona. O lamento de Jó revela a profundidade da solidão, Mas suas conclusões sobre Deus nascem da própria aflição; Quando a imagem de Deus contradiz a face de Jesus, É Sua vida que deve orientar-nos para a verdadeira luz. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu.