
(estrofe 1) Todo Israel foi contado nos livros da memória, Após o cativeiro voltou buscando nova história, Judá foi levado ao exílio por culpa e rebeldia, Mas outra vez Jerusalém viu renascer seu dia, Dos filhos de Perez vieram homens de valor, Benjamim voltou à cidade sem apagar seu vigor, Habitavam em Sião famílias junto ao altar, Como árvores antigas voltando a florescer no ar. (estrofe 2) Os sacerdotes serviam com zelo diante do véu, Guardando os santos deveres apresentados ao céu, Adaías e Maasai estavam junto ao santuário, Homens fortes no serviço e no labor diário, Os levitas retornaram para o canto e vigilância, Cada nome registrado com firme perseverança, Cantores madrugavam como fontes ao romper, Erguendo melodias antes do amanhecer. (estrofe 3) Os porteiros vigiavam as entradas da morada, Cada chave era guardada como joia consagrada, Salum e seus irmãos ficavam junto aos portões, Velando noite e dia com atentos corações, Uns cuidavam dos utensílios e taças de louvor, Outros do incenso puro diante do Senhor, Os pães eram preparados conforme antiga aliança, E o templo respirava disciplina e esperança. (refrão) Genealogias e ofícios cruzam todo o capítulo inteiro, Mostrando um povo antigo voltando do cativeiro, Jesus concordaria com servir e repartir, Com quem guarda a justiça e aprende a construir, Mas jamais apoiaria orgulho sacerdotal, Nem separar pessoas por prestígio temporal, Pois Seu Reino acolhe todos sem muro ou distinção, E faz do amor ao próximo a maior consagração. (refrão especial) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de abençoar a poucos, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém, Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Pra mostra Sua Palavra, entre acréscimos do que se escreveu.” (estrofe 4) Os cantores entoavam melodias ao luar, Como rios transparentes deslizando sobre o mar, Os guardiões das câmaras zelavam cada entrada, Como sentinelas firmes junto à muralha dourada, Filhos e descendentes eram todos nomeados, Pelos registros antigos cuidadosamente lembrados, E Saul apareceu com sua antiga geração, Como ecos preservados no arquivo da nação. (estrofe 5) Quis, Ner e Jônatas surgiram na sucessão, Famílias atravessando os séculos da tradição, Miclote gerou Simeã nas colinas de Gibeão, Cada nome era uma chama guardada no coração, Assim termina o relato dos antigos moradores, Dos servos, sacerdotes, músicos e guardadores, Jerusalém respirava depois do exílio severo, Como jardim restaurado depois do inverno austero. (refrão) Genealogias e ofícios cruzam todo o capítulo inteiro, Mostrando um povo antigo voltando do cativeiro, Jesus concordaria com servir e repartir, Com quem guarda a justiça e aprende a construir, Mas jamais apoiaria orgulho sacerdotal, Nem separar pessoas por prestígio temporal, Pois Seu Reino acolhe todos sem muro ou distinção, E faz do amor ao próximo a maior consagração. (refrão especial) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de abençoar a poucos, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém, Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Pra mostra Sua Palavra, entre acréscimos do que se escreveu.”

