
(estrofe 1) Ser gente é mais do que viver no dia, É dar ao outro calor e alegria. Um gesto bondoso, pequeno, singelo, É chama que acende um mundo mais belo. (estrofe 2) Na pressa da rua, um sorriso ofertado, No peso da dor, um ombro emprestado. Bondade se espalha sem exigir retorno, É rio que flui sem buscar contorno. (estrofe 3) Palavras suaves curam feridas, Escutam silêncios, devolvem vidas. Ser bondoso é arte de estar presente, É ser, no caminho, amor permanente. (refrão) Sendo gente, a vida floresce, O peso se vai, a alma agradece. Na bondade se encontra a luz, Que ao coração cansado conduz. (estrofe 4) Bondade não mede tamanho ou valor, É simples ternura vestida de amor. Como árvore que dá sombra e frescor, Assim é o bondoso, sem alarde ou rumor. (estrofe 5) Um copo de água, um pão repartido, Um olhar atento a quem está esquecido. São gestos que mudam o mundo em silêncio, Bondade é ponte que vence o indiferenço. (refrão) Sendo gente, a vida floresce, O peso se vai, a alma agradece. Na bondade se encontra a luz, Que ao coração cansado conduz. (estrofe 6) Não é fraqueza estender a mão, Mas força que nasce do coração. A bondade constrói sem muralhas erguer, É força divina em cada viver. (estrofe 7) Ser gente é plantar bondade na terra, Mesmo onde o ódio insiste em guerra. Pois quem semeia cuidado e ternura, Colhe no tempo paz que perdura. (refrão) Sendo gente, a vida floresce, O peso se vai, a alma agradece. Na bondade se encontra a luz, Que ao coração cansado conduz.

