
(estrofe 1) Sansão foi a Gaza e ali viu uma mulher, Entrou para deitar-se, como costumava fazer. Disseram: Sansão chegou, vamos cercar o portão, Esperaram a noite para matar de manhã. Mas à meia-noite Sansão se levantou, Tomou portas e trancas, sobre os ombros carregou. Levou-as ao monte diante de Hebrom, Força que ainda resiste ao cerco e à traição. (estrofe 2) Depois amou Dalila no vale de Soreque, Os príncipes vieram com prata que enriquece. Seduz-te o segredo de sua força revelar, Para que possamos vencê-lo e o dominar. Ela insistiu dizendo: diz-me onde está, O poder que te torna impossível de amarrar. Ele falou de cordas, de laços e de tear, E em todas as tentativas conseguiu escapar. (estrofe 3) Dia após dia Dalila o constrangeu, Até que a alma dele se cansou e cedeu. Disse: navalha nunca passou por mim, Nazireu desde o ventre, separado assim. Se for rapado, a força se afastará, Serei como qualquer homem, fraco a tombar. Ela o fez dormir no colo da traição, Chamou o barbeiro, cortou-lhe a consagração. (refrão) Força confiada se perde na ilusão, Segredo entregue quebra a missão. Entre dom e desejo o herói caiu, E sem perceber, o Senhor dele se partiu. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor a todo próximo, não é de Deus Revelação. O que resulta desunião, é contrário aos ensinos de Jesus, É supremacia de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus ama todos os povos, nada exige, nem maltrata ninguém, Escritores bíblicos não entenderam, como nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu, Pra saber o que é Sua Palavra, e acréscimos de quem escreveu. (estrofe 4) Sansão acordou dizendo: sairei como antes saí, Mas não percebeu que o Senhor já não estava ali. Os filisteus o prenderam, cegaram seus olhos, Amarraram-no em bronze, moendo entre os molhos. No cárcere girava como animal vencido, Objeto de riso no templo erguido. Mas o cabelo crescia, silencioso sinal, De que ainda havia fôlego no homem mortal. (estrofe 5) Celebravam a Dagom com festa e canção, Chamaram Sansão para zombar da prisão. Colocaram-no entre colunas centrais, Pediu para tocá-las uma vez mais. Clamou ao Senhor: lembra-te de mim, Dá-me força outra vez, mesmo sendo o fim. As colunas cederam, o templo caiu, E em sua morte, mais que em vida, Sansão feriu. (refrão) Entre queda e clamor a história se faz, Dom desperdiçado, súplica final eficaz. A força termina junto com a dor, E o juiz cai junto ao opressor. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor a todo próximo, não é de Deus Revelação. O que resulta desunião, é contrário aos ensinos de Jesus, É supremacia de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus ama todos os povos, nada exige, nem maltrata ninguém, Escritores bíblicos não entenderam, como nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o melhor que Deus nos deu, Pra saber o que é Sua Palavra, e acréscimos de quem escreveu.

