
(estrofe 1) Nos dias de Jeoaquim veio o rei da Babilônia, Como mar que avança e cobre toda a colônia. Três anos serviu-lhe Judá sob dura cerimônia, Depois se rebelou em silenciosa insônia. Bandos vieram da Caldeia em som de agonia, Da Síria, Moabe e Amom em sombria harmonia. Contra Judá marcharam noite, tarde e dia, E a terra foi colhendo o fruto do que fazia. (estrofe 2) Segundo o relato, por Manassés sucedia, Pelo sangue inocente que Jerusalém vertia. Jeoaquim dormiu, e sua história findaria, Enquanto o livro antigo seus atos reunia. O rei do Egito já não mais se movia, Pois Babilônia dominava o que antes lhe pertencia. Do ribeiro do Egito ao Eufrates se estendia, O poder que sobre as nações se erguia. (estrofe 3) Joaquim tinha dezoito anos quando reinaria, E por três meses apenas o trono ocuparia. Nabucodonosor cercou a cidade que resistia, E o jovem rei se entregou com sua companhia. Levou os tesouros do templo em melancolia, Como folhas levadas pelo vento ao fim do dia. Príncipes, artesãos e guerreiros em romaria, Partiram para o exílio em triste travessia. (refrão) Impérios passam como nuvens sobre o chão, E colhem-se na história sementes em profusão. Jesus concorda com a justiça e a compaixão, Mas não com a ideia de castigo e destruição. Deus, em Cristo, não deseja condenar, Mas restaurar, curar e reconciliar. Só o amor revelado em Jesus é a perfeita explicação, Do que é Palavra divina e do que é interpretação. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus, Tudo diferente aos Seus ensinos, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém, Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem escreveu. (estrofe 4) Matanias foi chamado Zedequias no reinado, Por ordem do império que o havia instalado. Tinha vinte e um anos quando foi coroado, E onze anos em Jerusalém foi contado. Fez o que era mau, segundo o texto sagrado, Como reis anteriores no caminho trilhado. Seu coração inquieto e o reino abalado, Seguiam para o fim já determinado. (estrofe 5) Zedequias também ousou rebelar-se um dia, Contra o rei da Babilônia e sua soberania. O capítulo termina em grave profecia, Como crepúsculo escuro no fim da monarquia. Jerusalém tremia em silenciosa agonia, Enquanto o exílio no horizonte surgia. E o povo descobria, em tardia vigília, Que toda nação colhe o que semeia na trilha. (refrão) Impérios passam como nuvens sobre o chão, E colhem-se na história sementes em profusão. Jesus concorda com a justiça e a compaixão, Mas não com a ideia de castigo e destruição. Deus, em Cristo, não deseja condenar, Mas restaurar, curar e reconciliar. Só o amor revelado em Jesus é a perfeita explicação, Do que é Palavra divina e do que é interpretação. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de abençoar a poucos, é contrário ao amor de Jesus, Tudo diferente aos Seus ensinos, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém, Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Pra sabermos o que é Sua Palavra, e os acréscimos de quem escreveu.

