[Intro — falado, com música começando suave e etérea] "Olá, eu sou Amellie, e vou entrar na saga a partir deste arco! Mas vamos recapitular…" Bem-vindos a Shén-li, o Coração do mundo Onde rotas e guerras nascem no mesmo segundo Lendas escritas em aço e mentiras em mural Heróis erguidos enquanto o passado é fatal Dizem que um tirano surgiu das terras além Com lâmina negra e exércitos também Cidades caíram, alianças ruíram no chão Até quatro nomes tentarem mudar o final da canção Khao ergue o punho, pedra e trovão Achima moldando o destino na palma da mão Balmon forjando o rugido da guerra E Àquela mirou o futuro que o mundo encerra A flecha voou como sentença e flor E o maior dos monstros caiu por amor Ou assim contam os quadros dourados do salão Onde a história prefere tinta em vez da razão [Pré-Refrão] Mas segredos respiram sob torres de ferro E heróis nem sempre enxergam o próprio erro Um filho caminha entre luz e temor Entre ser o salvador… ou o próximo senhor [Refrão] Edgelord! Entre sombras e redenção Edgelord! Carregando o peso da ambição Se salvar o mundo é só o primeiro passo então Quem julga o herói… quando veste a escuridão? Edgelord! O legado chama pelo nome Edgelord! Onde a lenda nasce e consome Entre promessas, segredos e dor Quem decide o destino do filho do terror? [Verso 2] (Calma que não acabou o loredump) Castelo vazio, silêncio que rompe Capitães partiram, conspiração no ar Três vultos surgem prontos pra história sangrar Um arquivista frágil encara o invasor Conhece cada passo, cada erro, cada rumor Espadas se chocam, o herdeiro cai E a noite devora o que a verdade trai Lâmina oculta desperta no véu O passado retorna rasgando o céu O escriba ergue o aço da própria perdição E um nome proibido ecoa no salão (Nihongo de nanika kudaranai koto) [Pontel] Entre flechas, pétalas e promessa esquecida Uma guerra termina… começa outra vida Não foi derrota, nem rendição Foi um pedido selado no campo da destruição Quando o mundo exige vilões para existir Quem ousa escolher simplesmente desistir? Entre máscaras, pactos e segredos do trono O herdeiro descobre que o caos tem dono [Refrão Final — mais épico, coral ampliado] Edgelord! O destino não pede perdão Edgelord! Entre glória e contradição Se o mal pode amar e a luz pode falhar Quem vai decidir o que é conquistar? Edgelord! O coração pode ruir Edgelord! Mas ainda assim persistir Entre salvar o mundo e ao trono ascender Talvez dominar seja… aprender a proteger