[Verso 1] [1 male voice, deep tone] Na viela ecoa o som da sirene Vida é jogo sujo, onde o fraco não treme Olho vivo, porque a rua é professor Ensina com as dores, só que cobra em rancor [1 female voice, soulful] O moleque no corre, mente afiada Sonhando alto, mas o chão é cilada Favela pulsa, tem amor e conflito Entre becos e vielas, onde o sonho é restrito [Prompt: Add background ad-libs, soft echoes] [1 male voice, whispering ad-libs: "sonho", "rua", "vida"] Lá no campo minado, o sorriso é disfarce Os inimigo é sistema, mas o povo é a classe Luta é diária, não tem trégua na guerra Cada passo é contado no mapa da terra [Refrão] [3 voices singing in harmony, strong delivery] O som da rua nunca para de ecoar É resistência pra quem não pode calar Sangue, suor, batalha, persistência Na selva de concreto, só vive quem tem ciência [Prompt: Add claps and heavy kick drum during chorus] [Verso 2] [1 male voice, gritty tone] Trago a visão como quem vive e respira História de favela não cabe em mentiras Lá no alto, o barraco vigia a cidade Enquanto o asfalto apaga a nossa realidade [1 female voice, higher pitch, emotional delivery] Um gole pra quem partiu no caminho Deixando legado, mas nunca sozinho No fone toca o beat, rima afiada A palavra é a arma, a mensagem é lançada [Prompt: Samba cuíca sound in the background] [1 male voice, intense] Se o sistema oprime, nós responde na arte Rap é o escudo, poesia faz parte Pátria amada, só no hino de cartola Na quebrada é diferente, a favela consola [Refrão] [3 voices singing in harmony, upbeat delivery] O som da rua nunca para de ecoar É resistência pra quem não pode calar Sangue, suor, batalha, persistência Na selva de concreto, só vive quem tem ciência [Prompt: Add synth pad for atmospheric effect] [Ponte] [1 male voice, slow, almost spoken word] É fogo no pavio, é rima incendiária Na mente dos moleque, revolução diária Na base da malícia, se constrói a visão Favela não é crime, é berço da solução [Verso 3] [1 male voice, smooth, reflective tone] Eterno Sabota, mestre na caminhada Deixou as palavras como flecha cravada Na mente do guerreiro que insiste em sonhar Na favela o céu é longe, mas dá pra alcançar [1 female voice, soulful, call-and-response] Cada verso é tijolo na construção Fortalece o barraco, protege o irmão Se o mundo não muda, a gente refaz Favela é cultura, e o rap é a paz [Refrão] [3 voices singing in harmony, crescendo to the end] O som da rua nunca para de ecoar É resistência pra quem não pode calar Sangue, suor, batalha, persistência Na selva de concreto, só vive quem tem ciência [Prompt: Fade out with cuíca, deep bass, and vocal ad-libs]


