
Vivemos sem paz na terra Em conflitos culturais, Com a presença da guerra Junto a confrontos letais. Vivemos tempos insanos De brigas entre irmãos, Causando sem trégua danos Onde loucos põem as mãos. Vivemos a nulidade Com falsa democracia, Onde o rigor da verdade É relativo em porfia. Fique atento em cada laço Que amordaça o coração, A inutilizar o abraço No avanço da ingratidão. A humanidade se arrasta Distanciando-se de Deus, Percorrendo a mais nefasta Narrativas dos ateus. Vivemos tempos difíceis E complexos para humanos, Que os são indivisíveis Nas bravatas dos ufanos. Fique atento em cada laço Que amordaça o coração, A inutilizar o abraço No avanço da ingratidão.

