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SALMO 2 - O REI E AS NAÇÕES

V6-MINI

(estrofe 1) Por que se agitam os povos, tramando rebelião? Por que os reis se levantam, alimentando a oposição? Os governantes se reúnem, desafiam o Criador, Contra o Senhor e Seu ungido, tramam juntos seu furor. “Vamos romper essas correntes, rejeitar toda prisão, Sacudir de nossas vidas esse jugo e sujeição!” Assim conspiram os poderosos, buscando se exaltar, Como se a força de seus tronos pudesse o céu desafiar. (estrofe 2) Aquele que reina nos céus contempla a agitação, Não se curva aos poderosos, nem teme a insurreição. O Senhor lhes responde, afirmando Seu querer, E anuncia que Seu escolhido há de prevalecer. “Eu estabeleci meu rei no monte que escolhi, Em Sião, lugar sagrado, onde o declarei por mim.” O decreto então proclama, dando ao rei legitimidade: “Tu és meu filho; hoje afirmo essa dignidade.” (estrofe 3) “Pede, e as nações serão tua herança a conquistar, Até os confins da terra teu domínio alcançará. Com cetro de ferro, os povos poderás então reger, Como vaso de barro, poderás fazê-los ceder.” Essa é a imagem do poder que o salmo apresenta, Com linguagem de conquista, que a história documenta. O domínio é proclamado em tom de autoridade, E os reis escutam o anúncio dessa soberania. (refrão) O salmo ergue a voz contra a soberba dos reis, Que desafiam toda justiça e se julgam suas leis. Jesus, porém, revela outro modo de governar: Não esmagar os pequenos, mas servir e levantar. “Felizes os que promovem a paz”, Sua voz anunciou, E no amor aos inimigos Seu caminho confirmou. Nenhum poder tem licença para a vida destruir, Pois a grandeza, em Cristo, é servir e repartir. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu. (estrofe 4) O salmo então aconselha os reis a refletir, Aos juízes desta terra, prudência ao decidir. “Aprendei a sabedoria, deixai a insensatez, Servi ao Senhor com reverência, com respeito e lucidez.” Que a alegria seja acompanhada de temor, Que a autoridade reconheça seus limites diante do Senhor. Não se julguem absolutos, donos de toda razão, Pois até os mais poderosos respondem por sua ação. (estrofe 5) “Honrai o filho escolhido, acolhei sua instrução, Para que a ira não vos alcance no caminho da rebelião. Bem-aventurado aquele que nele confiar, Que encontra abrigo seguro, sem precisar dominar.” Assim termina o salmo, com promessa de proteção, E um convite aos governantes para a transformação. Entre ameaças e promessas, sua mensagem vem dizer: Há consequências para os atos, há escolhas a fazer. (refrão) O salmo ergue a voz contra a soberba dos reis, Que desafiam toda justiça e se julgam suas leis. Jesus, porém, revela outro modo de governar: Não esmagar os pequenos, mas servir e levantar. “Felizes os que promovem a paz”, Sua voz anunciou, E no amor aos inimigos Seu caminho confirmou. Nenhum poder tem licença para a vida destruir, Pois a grandeza, em Cristo, é servir e repartir. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu.