
(ESTROFE 1) Benjamim gerou Bela sob o brilho da manhã, Asbel veio em seguida como fruto de romã, Aará trouxe memórias pelas trilhas de Canaã, Entre tendas e rebanhos sob perfume de hortelã. As famílias floresciam junto ao vale e ao divã, Cada filho era lembrado como joia talismã, Nos registros ancestrais de antiga voz soberã, Como cedros refletindo luz dourada da romã. (ESTROFE 2) Naarã teve descendentes junto ao sopro do vergel, Chefes fortes caminhavam sob bandeiras cor de mel, Habitavam entre aldeias onde o vento era fiel, Como pássaros cruzando vastidão azul do céu. Em Gibeão permanecia Jeiel junto a Maaca ao léu, Gerando nomes preservados como escrita em papel, Cada casa resguardava seu discreto menestrel, Tal qual fontes escondidas sob montanhas de coral. (ESTROFE 3) Ner gerou a Quis na sombra do antigo arvoredo, Quis gerou Saul em dias marcados pelo segredo, Jônatas seguiu adiante enfrentando o próprio medo, Entre escudos e batalhas sob o brilho do rochedo. Mefibosete foi lembrado em humilde arvoredo, Seus filhos multiplicaram esperança pelo enredo, Cada nome atravessava o silêncio do vinhedo, Como estrelas desenhando constelações no arvoredo. (REFRÃO) O capítulo preserva rostos do passado israelita, Mostra casas e caminhos numa memória infinita, Jesus nunca desprezou quem a história acredita, Mas rompeu toda barreira exclusivista e restrita. Quando o texto honra vidas, há ternura que palpita, Mas se cria separações, Sua graça não habita, Cristo abriu para o mundo a esperança mais bonita, Transformando toda gente em família bendita. (REFRÃO ESPECIAL) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de abençoar a poucos, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém, Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Pra mostra Sua Palavra, entre acréscimos do que se escreveu.” (ESTROFE 4) Os guerreiros de Benjamim tinham arcos de marfim, Habitavam suas cidades do começo até o fim, Como rios protegendo verdes campos de alecrim, Conservavam as memórias sobre tábuas de cetim. Pais e filhos reuniam-se sob perfume de jasmim, Cada clã seguia unido pelo toque do clarim, Os registros reluziam como prata sobre mim, Tal qual luas refletidas sobre lago sem motim. (ESTROFE 5) Azel teve muitos filhos entre sombras de romeiro, Todos hábeis com seus arcos no calor do nevoeiro, Multiplicaram descendentes pelo chão do tabuleiro, Como abelhas espalhando pólen fino no celeiro. As gerações encerravam seu antigo paradeiro, Feito barcos repousando após longo cativeiro, E os nomes permaneciam como canto de violeiro, Resguardados pela história no sagrado candeeiro. (REFRÃO) O capítulo preserva rostos do passado israelita, Mostra casas e caminhos numa memória infinita, Jesus nunca desprezou quem a história acredita, Mas rompeu toda barreira exclusivista e restrita. Quando o texto honra vidas, há ternura que palpita, Mas se cria separações, Sua graça não habita, Cristo abriu para o mundo a esperança mais bonita, Transformando toda gente em família bendita. (REFRÃO ESPECIAL) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de abençoar a poucos, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém, Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Pra mostra Sua Palavra, entre acréscimos do que se escreveu.”

