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DEUTERONÔMIO 32 - CÂNTICO DE MOISÉS

V4.5-ALL

(estrofe 1) Céus, dai ouvidos ao canto que anuncio, A terra escute firme, como quem segue um trilho. Minha doutrina desce suave como orvalho frio, Palavras gotejam brandas, regando cada filho. Porque o Senhor é a Rocha, justiça sem desvio, Obra perfeita e reta, sem dobra nem empecilho. Mas o povo se corrompe, rompendo o pacto antigo, Esquecendo quem os fez, trocando o Pai por outro abrigo. (estrofe 2) Lembrai-vos dos dias de antes, dos passos da geração, De como Deus os achou no ermo, guardando-os com afeição. Como águia que protege, conduzindo em amplidão, Deu-lhes mel da rocha dura e azeite em consolação. Fez crescer Jesurum forte, nutrido em toda estação, Mas, farto, virou-se ao ídolo, negando a sustentação. Esqueceram o Deus que os fez, desprezando a Fundição, Provocando o Altíssimo com estranha adoração. (estrofe 3) Então o Senhor ocultou Seu rosto diante da rebeldia, Vendo filhos sem fidelidade, que afrontam a cada dia. Disse: “Provocaram-Me com vaidade que desvaria, Com deuses que nada são, vazios em toda via.” E permitiu que perigos viessem, no vento que consumia, Espada, fome e peste, cercando a periferia. Mas ainda assim guardou o nome, por amor à soberania, Para que inimigos não se exaltassem em vangloria fria. (refrão) O cântico fala da Rocha fiel, da justiça que não cai, De um povo que se afasta e, mesmo assim, Deus não deixa para trás. Conta a disciplina que corrige, mas a misericórdia que refaz, E mostra que só o Senhor é Deus, não há outro que O iguale jamais. (REFRÃO ESPECIAL) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação. O que não for coerente com a vida e ensinos de Jesus, É acréscimo de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus é todo amor, nada exige, nem maltrata ninguém, Moisés e outros não entenderam, como nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o guia que Deus nos deu, De saber o que é Palavra, e o acréscimo de quem escreveu. (estrofe 4) O Senhor viu Israel caído, sem força e sem defensor, Questionando seus falsos deuses, impotentes no clamor. “Agora vede que Eu sou Deus, único, sem sucessor; Eu firo e Eu saro, Eu tomo e Eu dou vigor.” Afia Sua espada, ergue a mão com santo ardor, Revida nações opressoras, derrubando seu terror. Vingança e justiça se unem, no peso do Seu valor, Pois pertence ao Senhor o juízo finalizador. (estrofe 5) Moisés então diz ao povo: “Guardai a Palavra com zelo, Pois não é coisa vazia, mas vida para o vosso anelo.” O Senhor lhe ordena subir ao monte, contemplar o desfiladeiro, Ver a terra prometida, mas não entrar no roteiro. Ali morrerá o servo, após cumprir seu travesseiro, Por causa da falta em Meribá, quando agiu com desespero. Assim termina o cântico antigo, de aviso inteiro, Um eco nas gerações, chamando ao amor verdadeiro. (refrão) O cântico fala da Rocha fiel, da justiça que não cai, De um povo que se afasta e, mesmo assim, Deus não deixa para trás. Conta a disciplina que corrige, mas a misericórdia que refaz, E mostra que só o Senhor é Deus, não há outro que O iguale jamais. (REFRÃO ESPECIAL) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação. O que não for coerente com a vida e ensinos de Jesus, É acréscimo de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus é todo amor, nada exige, nem maltrata ninguém, Moisés e outros não entenderam, como nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o guia que Deus nos deu, De saber o que é Palavra, e o acréscimo de quem escreveu.