(estrofe 1) Os filisteus lutavam nos montes de Gilboa, Israel recuava como areia que escoa, Jônatas tombou primeiro sob espada inimiga, Abinadabe caiu quando a batalha castiga, Malquisua silenciou no campo ensanguentado, E Saul permaneceu pelo medo cercado, Flechas vinham no vento como aves do poente, Ferindo o velho rei diante de toda gente. (estrofe 2) Saul disse ao escudeiro junto ao metal brilhante: “Tira tua espada agora, não deixes o insultante”, Mas o moço temeu cumprir aquela decisão, Então Saul caiu sozinho sobre a própria lâmina ao chão, O escudeiro o seguiu vendo o rei já sem vida, E a casa real caiu naquela despedida, Três filhos pereceram junto ao pai vencido, Como cedros arrancados por ciclone enfurecido. (estrofe 3) Os homens de Israel deixaram campos e muralhas, Ao verem derrotadas suas últimas batalhas, Os filisteus vieram ocupar toda cidade, Celebrando a vitória com cruel festividade, Despiram Saul no monte diante do escárnio pagão, Levaram sua armadura pelos templos da região, Puseram sua cabeça na casa de Dagom, Como troféu sombrio em meio ao falso som. (refrão) O capítulo relembra o declínio de um reinado antigo, Mostrando como orgulho pode afastar do abrigo, Jesus jamais apoiaria zombaria e violência, Nem fazer da derrota humana espetáculo de aparência, Mas ensinaria compaixão até na dor do inimigo, E acolhimento sincero ao coração sem abrigo, Pois o Reino de Deus não floresce pela opressão, Mas pela misericórdia que alcança multidão. (refrão especial) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de abençoar a poucos, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém, Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Pra mostra Sua Palavra, entre acréscimos do que se escreveu.” (estrofe 4) Jabes-Gileade ouviu sobre o rei abandonado, E homens valentes saíram pela noite ao cuidado, Tomaram os corpos mortos da muralha estrangeira, Levando-os com respeito pela silenciosa ladeira, Sepultaram seus ossos debaixo do arvoredo, E jejuaram sete dias em reverente segredo, Como chuva sobre cinzas em terreno ressequido, Foi gesto de ternura ao passado consumido. (estrofe 5) O cronista declarou a razão daquela queda: Saul não guardou fielmente a antiga vereda, Consultou necromantes buscando direção, E não buscou primeiro ouvir o coração, Então o reino passou para Davi, filho escolhido, Cujo nome já surgia no horizonte prometido, Assim termina a história do rei enfraquecido, Como estrela apagada num céu entristecido. (refrão) O capítulo relembra o declínio de um reinado antigo, Mostrando como orgulho pode afastar do abrigo, Jesus jamais apoiaria zombaria e violência, Nem fazer da derrota humana espetáculo de aparência, Mas ensinaria compaixão até na dor do inimigo, E acolhimento sincero ao coração sem abrigo, Pois o Reino de Deus não floresce pela opressão, Mas pela misericórdia que alcança multidão. (refrão especial) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de abençoar a poucos, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente a Seus ensinos, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém, Cada cultura O percebe diferente, como conosco ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Pra mostra Sua Palavra, entre acréscimos do que se escreveu.”