
(estrofe 1) Podes fisgar o Leviatã com anzol na imensidão? Prender-lhe a língua forte, dominar sua reação? Pôr-lhe cordas nas narinas, fazê-lo obedecer? Ou furar-lhe a boca feroz, obrigando-o a ceder? Acaso ele implorará, suplicando por piedade? Ou contigo firmará aliança de amizade? Poderás tomá-lo por servo, como ave de criação? Ou dividi-lo entre mercadores, repartindo sua porção? (estrofe 2) Podes cobrir-lhe o corpo inteiro com arpões e com lanças? Ou atravessar-lhe as escamas, vencendo suas defesas? Quem ousará despertá-lo e diante dele permanecer? Quem poderá enfrentá-lo sem tremer ou esmorecer? Debaixo do céu, pergunta o texto, quem o pode subjugar? Se ninguém o desafia, quem poderá dele se apropriar? Tudo quanto existe é meu, proclama a voz do Criador, E o Leviatã permanece sob Seu domínio e vigor. (estrofe 3) Não calarei sua força, nem seu porte singular, Nem a forma de suas partes, difíceis de explicar. Sua couraça é resistente, cada escama em união, Como placas bem fechadas, sem passagem ou separação. Uma escama toca a outra, não se deixa atravessar, Nem o ar encontra fresta por onde possa penetrar. Seus olhos brilham intensos, como aurora a despontar, E seus dentes, em fileiras, fazem os valentes recuar. (refrão) O Leviatã retrata uma força difícil de vencer, Que desafia o braço humano e o seu desejo de poder. Mas Jesus nos mostra grandeza no serviço e no cuidar, Não na força que amedronta, nem no gosto de esmagar. Diante do que não conhecemos, cabe humildade e atenção, Sem fazer do medo um culto, nem da força uma razão. O amor de Cristo acolhe a vida, busca a paz e a compaixão, E não transforma o poder em licença para a opressão. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu. (estrofe 4) Do seu sopro surgem tochas, como chamas a brilhar, De sua boca sai fumaça, como fogo a se espalhar. Sua respiração incendeia, faz o carvão avermelhar, E a força que o acompanha põe os homens a recuar. No pescoço mora a força, que espalha o desalento, Diante dele, o desespero se levanta como vento. Sua carne é compacta, firme como pedra e chão, E seu peito, resistente, desafia a própria mão. (estrofe 5) Seu coração é duro e forte, não se curva ao temor, Quando ele se ergue, os valentes perdem todo o seu vigor. A espada não o detém, nem a lança o faz ceder, Ferro e bronze são palha diante do seu poder. Sob ele, a água fervilha, como panela a borbulhar, E o mar parece um caldeirão, com espuma a se levantar. Na terra não há semelhante, diz o texto em sua voz, Rei sobre os orgulhosos, temível entre todos nós. (refrão) O Leviatã retrata uma força difícil de vencer, Que desafia o braço humano e o seu desejo de poder. Mas Jesus nos mostra grandeza no serviço e no cuidar, Não na força que amedronta, nem no gosto de esmagar. Diante do que não conhecemos, cabe humildade e atenção, Sem fazer do medo um culto, nem da força uma razão. O amor de Cristo acolhe a vida, busca a paz e a compaixão, E não transforma o poder em licença para a opressão. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu.

