
(estrofe 1) Elifaz então responde: “O sábio falaria assim? Encheria o peito de vento, sem proveito para si? Usaria palavras inúteis, argumentos sem razão, E discursos que não trazem nenhuma edificação? Tu destróis o temor e reduzes a oração, Tua boca te condena, revelando tua posição; Tua própria língua testemunha contra o teu falar, E teus lábios, com astúcia, parecem te acusar.” (estrofe 2) Não são teus pecados que diante de ti estão? Não conheces os antigos, os que tiveram tradição? Por que teu coração te arrasta para a presunção, E teus olhos ainda brilham de tamanha exaltação? Que és tu para rejeitares toda a sabedoria antiga? Que sabes que não saibamos? Que verdade te abriga? Entre nós também existem cabelos brancos e idade, E a experiência acumulada de uma longa caminhada. (estrofe 3) Escuta o que te direi, pois conheço a situação, O sábio observa os caminhos da geração; Desde os antigos tempos, desde quando a terra nasceu, O que nossos pais aprenderam, isso o homem recebeu. O ímpio vive aflito, todos os dias em temor, O som do terror ressoa mesmo quando não há rumor; Na prosperidade, sua vida não encontra segurança, E espera pela espada, sem conhecer confiança. (refrão) Elifaz vê no sofrimento a prova de transgressão, Mas Jesus não condena o aflito por sua aflição; Nem toda dor revela culpa, nem toda perda punição, O Pai procura misericórdia, não acusação. Jesus confronta julgamentos feitos sem compaixão, E acolhe quem sofre sem lançar condenação; A verdade precisa unir justiça, graça e amor, Pois Deus não se revela pela crueldade ou terror. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu. (estrofe 4) Ele sabe que a escuridão o cerca em toda direção, A angústia o aperta e o domina dentro do coração; O ímpio estende sua mão contra o próprio Criador, E corre contra o Todo-Poderoso com arrogância e furor. Corre com o pescoço rígido, protegido por sua gordura, Confia em suas riquezas e se esconde na própria armadura; Sua habitação se cobre de ouro e de prosperidade, Mas nenhuma riqueza o livra da sua fragilidade. (estrofe 5) Não ficará rico para sempre, sua fortuna cessará, Sua sombra sobre a terra pouco tempo durará; Não escapará das trevas quem vive na falsidade, E sua própria boca produzirá a sua calamidade. Concebe sofrimento, gera maldade e prepara engano, Seu coração fabrica astúcia e planeja dano; Assim termina o caminho daquele que abandona a verdade, Colhendo a própria corrupção no curso da sua iniquidade. (refrão) Elifaz fala de um Deus que pesa o mal com rigor, E vê na desgraça do homem o retorno do seu labor; Mas Jesus mostra um Pai que acolhe o arrependido, E procura restaurar quem se encontra ferido. Não cabe ao discípulo transformar dor em acusação, Nem usar a religião para ferir um coração; Jesus chama ao perdão, à misericórdia e à paz, E ensina que amar o próximo é o caminho que satisfaz. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu.

