(estrofe 1) Eliú tornou a falar, pedindo concentração, E perguntou a Jó se julgava justa sua afirmação; “Tu dizes: Minha justiça é maior que a de Deus, E que vantagem teria eu se fosse justo diante dos céus?” Pergunta se isso seria correto aos olhos do Senhor, E se alguém pode dizer: “Meu direito supera o Criador”; Por isso dirige a pergunta ao próprio coração, Buscando saber o que significa a humana retidão. (estrofe 2) Olha para os céus e contempla toda a imensidão, Ergue os olhos às alturas, acima da humana visão; Se pecares, que mal farás contra o Deus elevado? Se multiplicares tuas faltas, que Lhe será acrescentado? E se fores justo, que presente Lhe poderás dar, Ou que benefício receberá Deus do teu proceder particular? Tua impiedade atinge o semelhante que está ao teu lado, E tua justiça beneficia o homem que contigo tem caminhado. (estrofe 3) Por causa da multidão dos opressores, clamam os aflitos, Gritam sob o braço dos poderosos, feridos e contritos; Mas ninguém pergunta: “Onde está Deus, meu Criador, Que dá cânticos durante a noite ao sofredor?” Ele ensina-nos mais que aos animais da terra, E torna-nos mais sábios que as aves que o céu encerra; Mesmo assim, ninguém diz: “Onde está o meu Senhor?”, E o orgulho dos homens impede que suba o clamor. (refrão) Jesus ouviu o grito de quem sofria e se aproximou, Não desprezou o aflito nem do pequeno se afastou; Ensinou que o Pai conhece a dor e vê cada coração, E chamou seus discípulos ao serviço e à compaixão. Mas não disse que Deus permanece surdo por rejeição, Nem que o sofrimento nasce sempre de uma transgressão; A justiça humana diante de Deus não compra Seu favor, Pois Jesus revelou um Pai que acolhe com amor. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu. (estrofe 4) Ali está quem sofre e clama, mas não encontra explicação, Por causa da arrogância e da força de quem exerce opressão; Deus não despreza o clamor nem fecha os olhos ao necessitado, Mas o homem orgulhoso não procura por Ele, desconfiado. Eliú afirma que Deus não escuta a vaidade do coração, Nem responde ao grito vazio produzido pela exaltação; O clamor do humilde, porém, chega diante do Criador, Ainda que pareça tardar a resposta ao seu clamor. (estrofe 5) Eliú diz: “Ainda que não vejas, teu direito está diante dEle”, E que o julgamento divino permanece firme e fiel; Mas afirma que Jó fala sem saber e aumenta seu falar, Multiplicando palavras que não conseguem explicar. Segundo Eliú, Deus não rejeita quem busca entendimento, Nem abandona o aflito entregue ao seu sofrimento; Por isso conclui que Jó falou sem compreender, E que suas muitas palavras não o fizeram saber. (refrão) Jesus ensinou que o Pai está atento ao necessitado, E que nenhum pequeno deve ser esquecido ou desprezado; Ele próprio tocou feridas, acolheu quem sofria e chorou, E diante da dor humana, Sua compaixão demonstrou. Concorda com Eliú ao defender o pobre e o sofredor, Mas discorda quando a dor vira argumento acusador; Pois diante de quem sofre, Jesus primeiro oferece cuidado, E não transforma a aflição em sinal de pecado. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu.