
(ESTROFE 1) Sendo luz do mundo no gesto de ceder, O brilho não nasce do duro vencer, Quando o orgulho ergue muralhas no chão, A luz se apaga na recusa do perdão. (ESTROFE 2) Há laços feridos pedindo cuidado, Mas o ego prefere ficar coroado, Confunde grandeza com não recuar, E perde o milagre de se reconciliar. (ESTROFE 3) Pedir perdão não diminui ninguém, É sol que dissolve o gelo do desdém, Quem insiste em ter sempre razão, Troca a comunhão pela solidão. (REFRÃO) Ser luz é baixar a própria defesa, É trocar o orgulho pela delicadeza, É curar relações com a voz do perdão, Iluminar caminhos com reconciliação. (ESTROFE 4) O orgulho é sombra vestida de razão, Endurece o peito, fecha a visão, Já o perdão clareia o que se perdeu, E refaz a ponte que o silêncio rompeu. (ESTROFE 5) Há palavras simples que salvam histórias, Mais fortes que títulos, cargos ou glórias, Dizer “me perdoa” é gesto de luz, Que aproxima caminhos e o amor conduz. (REFRÃO) Ser luz é baixar a própria defesa, É trocar o orgulho pela delicadeza, É curar relações com a voz do perdão, Iluminar caminhos com reconciliação. (ESTROFE 6) Quem escolhe a luz aprende a ceder, Prefere restaurar do que se esconder, Sabe que vencer não é ferir ninguém, Mas manter o vínculo que o amor sustém. (ESTROFE 7) Sendo luz do mundo no viver diário, O perdão é farol, nunca ato precário, Pois quando o orgulho perde o controle, A reconciliação faz nascer o sol. (REFRÃO) Ser luz é baixar a própria defesa, É trocar o orgulho pela delicadeza, É curar relações com a voz do perdão, Iluminar caminhos com reconciliação.

