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NÚMEROS 29 - SACRIFÍCIOS DAS FESTAS SAGRADAS

(estrofe 1) No sétimo mês, ao primeiro dia, tocai trombetas de exaltação, Oferecei holocausto suave, dois novilhos, um carneiro em consagração, Sete cordeiros de um ano, perfeitos, sem mancha diante do altar, Com ofertas de manjares e libações para o aroma agradar. Um bode como oferta pelo pecado, para expiação do povo fiel, E tudo conforme o estatuto ordenado, como memorial do céu. O Senhor falou a Moisés, dizendo o que o povo devia fazer, Para que em cada festa houvesse sacrifício e motivo de agradecer. (estrofe 2) No décimo dia, dia de expiação, santificai o coração, Nenhuma obra fareis, pois é dia de perdão, Oferecei um novilho, um carneiro, sete cordeiros, todos perfeitos, E ofertas de manjares e vinho, conforme os direitos. Um bode pelo pecado será oferecido para reconciliação, Além do sacrifício contínuo, conforme a ordenação, Tudo em cheiros suaves, para o Senhor recordar, A fidelidade do povo que buscava se purificar. (estrofe 3) No décimo quinto dia, a festa começava com júbilo e luz, Ofereciam treze novilhos, dois carneiros e cordeiros em cruz, Sete por dia, sem defeito algum, em altar de consagração, E bode pelo pecado, conforme a prescrição. Cada dia diminuía o número dos novilhos do holocausto, Mas permanecia o ritual constante e exausto, Tudo segundo o que Moisés ao povo ensinou, Em memória do Deus que Israel proclamou. (refrão) Sacrifícios e festas se erguiam ao céu, Em fumaça e sangue, antigo véu, Mas Jesus, o Cordeiro, mudou a lição: De amor é feita a nova adoração. (refrão especial) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação. O que não for coerente com a vida e ensinos de Jesus, É acréscimo de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus é todo amor, nada exige, nem maltrata ninguém, Moisés e outros não entenderam, como nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o guia que Deus nos deu, De saber o que é Palavra, e o acréscimo de quem escreveu.” (estrofe 4) E assim, por sete dias, continuavam as ofertas em ordem fiel, Com animais contados, libações e aroma no céu, Do décimo quinto ao vigésimo primeiro dia, O altar ardia em constante liturgia. No oitavo dia, santa assembleia faziam, E ofertas de descanso e paz traziam, Um novilho, um carneiro e sete cordeiros perfeitos, E um bode por pecado, segundo preceitos. (estrofe 5) Estas são as ofertas que o povo devia trazer, Nos tempos determinados para o Senhor oferecer, Sem deixar o holocausto contínuo de cada manhã, Nem as libações que acompanhavam o pão e o grão. E Moisés falou a Israel, conforme o Senhor ordenou, Tudo segundo o mandamento que o povo guardou, Em fogo, cheiro suave, e obediência devota, Mesmo sem entender o que o amor anota. (refrão) Sacrifícios e festas se erguiam ao céu, Em fumaça e sangue, antigo véu, Mas Jesus, o Cordeiro, mudou a lição: De amor é feita a nova adoração. (refrão especial) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação. O que não for coerente com a vida e ensinos de Jesus, É acréscimo de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus é todo amor, nada exige, nem maltrata ninguém, Moisés e outros não entenderam, como nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o guia que Deus nos deu, De saber o que é Palavra, e o acréscimo de quem escreveu.”