(estrofe 1) Chegou o dia marcado no decreto real, Quando os inimigos esperavam prevalecer; Mas aconteceu justamente o sinal, E os judeus puderam contra eles se defender. Nas cidades do reino, espalhou-se a reação, Os que buscavam feri-los foram vencidos então; O temor dos judeus tomou cada coração, E muitos ficaram diante deles em contenção. (estrofe 2) Em Susã, os judeus feriram quem lhes fazia mal, E quinhentos homens tombaram naquele lugar; Os dez filhos de Hamã tiveram o mesmo final, Pois contra os judeus vieram para os atacar. Ester ainda pediu ao rei, naquela ocasião, Que no dia seguinte prosseguisse a decisão; O rei permitiu que se cumprisse a determinação, E os filhos de Hamã foram expostos à população. (estrofe 3) Nas províncias, os judeus também se defenderam, Setenta e cinco mil dos adversários venceram; Mas dos seus bens, porém, eles não se apoderaram, Embora seus inimigos contra eles se levantaram. Em Susã, houve alegria depois da aflição, E o décimo quarto dia trouxe celebração; Nas aldeias, o dia seguinte trouxe o mesmo louvor, Pois a tristeza se transformara em festa e vigor. (refrão 1) Purim nasceu como memória daquele livramento, Da tristeza transformada em alegria e contentamento; Jesus ensina a amar até quem nos faz oposição, A fazer o bem ao inimigo e buscar reconciliação. O povo pode recordar aquilo que viveu, Mas o amor universal ultrapassa o que aconteceu; Pois a misericórdia, no caminho de Jesus, É a lâmpada que vence a violência e conduz. (ponte especial) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém, Cada povo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Mostrando Sua Palavra, e os acréscimos do que dEle se entendeu.” (estrofe 4) Mardoqueu escreveu tudo quanto havia ocorrido, E enviou cartas a todos os judeus do reino espalhado; Para guardarem o dia que os havia protegido, Como tempo de alegria, banquete e dia consagrado. Era o mês em que a tristeza virou comemoração, Quando o luto encontrou comida, festa e união; Mandaram presentes uns aos outros com afeição, E também aos pobres, partilhando provisão. (estrofe 5) Assim os judeus aceitaram o que haviam começado, E fizeram do Purim um costume celebrado; Ester, Mardoqueu e os judeus confirmaram a memória, Para que geração após geração lembrasse aquela história. Foram escritas cartas com firmeza e decisão, Para estabelecer a festa em toda a região; O decreto de Ester confirmou aquela tradição, E o livro registrou tudo para sua conservação. (refrão 2) Memória pode guardar o livramento recebido, E repartir o pão com quem sofre ao nosso lado; Jesus acolhe o pobre, o ferido e o esquecido, E manda amar até o adversário encontrado. A festa que reparte pode expressar gratidão, A solidariedade pode transformar celebração; Mas quando a vitória se converte em agressão, Já não combina com o amor pregado pelo Mestre, não. (ponte especial) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não despreza ninguém, Cada povo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Mostrando Sua Palavra, e os acréscimos do que dEle se entendeu.”